CINEMA MUNDO ECONOMIA CULTURA ESPORTES EDUCAÇÃO CONCURSOS CIÊNCIAS & SAÚDE
SÁBADO, 18 DE NOVEMBRO DE 2017
ULTIMA NOTÍCIA:
Dodge recorre de decisão que tirou o sigilo da delação de marqueteiro
BUSCAR
   
  Notícias
Acontecendo
Africa
América do Sul
Automóveis & Motocicletas
Beleza
Brasil
Brasilia
Ciência & Saúde
Cinema & Teatro
Concursos & Emprego
Conteúdo
Cultura
Diversidade
Ecologia
Economia
Editorial
Educação
Entretenimento
Esportes
Gastronomia
Gente
Goiânia e Centro-Oeste
Impecheament
Jurídico
Meio Ambiente
Moda
Mulher
Mundo
Música e Ritmos
Noite Rio
Planeta Criança
Policia
Politica
Poluição
Porto Alegre
Religião
Rio de Janeiro
RioPress
São Paulo
Saúde
Tecnologia
Tocantins
Turismo
União
Página Inicial / Notícias / Editorial
  Editorial
 
BOLÍVAR LAMOUNIER DEFENDE REFORMAS IMEDIATAS NA ECONOMIA BRASILEIRA
Data Publicação:18/08/2016
Defensor da desestatização e de um modelo econômico ajustado à realidade brasileira e que ofereça um “amplo programa de apoio à pequena e média empresa”, o cientista político Bolívar Lamounier sente um clima mais favorável no ambiente político com a troca de presidente na Câmara de Deputados – sai Eduardo Cunha e entra Rodrigo Maia, mais afinado com Michel Temer. Ainda que considere necessário para a economia consolidar indicadores que mostrem uma retomada vigorosa do crescimento, a qual só deverá ocorrer entre 2018 e 2019, Bolívar também acredita que já é possível experimentar ventos favoráveis, alguns deles sinalizados pelo mercado. Crítico da política econômica adotada pelo governo de Dilma Rousseff, que estimulou ”todo mundo a se endividar e pagando juros astronômicos”, o cientista político entende a necessidade de o atual governo agir de imediato e manter firme a proposta das reformas trabalhista e previdenciária e, posteriormente, de apresentar projetos para as áreas tributária e política. Bolívar Lamounier também é favorável a uma participação mais ativa da sociedade, especialmente dos agentes econômicos, para o fortalecimento da economia e o afastamento gradativo do que chama de “ilusão chinesa”, para a qual a solidez econômica deve ter como base os grandes conglomerados produtivos. Indagado sobre a experiência dos brasileiros, que saíram de uma boa condição de consumo para a recessão econômica, o cientista político entende que a propensão para consumir é muito intensa. Mas “espera” que os consumidores tenham aprendido a se endividar menos. O senhor acredita que Rodrigo Maia, à frente da Câmara, surge como uma nova liderança, com capacidade para apaziguar um pouco mais os ânimos? Sim, sem dúvida. Rodrigo Maia tem bom trânsito e habilidade, mas não tem a ousadia do Eduardo Cunha. O ideal seria uma mescla do lado bom dos dois, mas nada é perfeito. E qual será o efeito dessa mudança no curto prazo? Se pensamos no curto prazo, reconhecemos que ele é uma pessoa muito adequada, ponderada e respeitada, e afina-se muito com o perfil do presidente Michel Temer. No fundo, eles se parecem. São parlamentares sem extremismos, sem atitudes extremadas, como o Eduardo Cunha tem, e sem a carga pesada das acusações que recaem sobre Renan Calheiros. Mas Rodrigo Maia está distante do novo perfil de político tão aclamado e esperado? Creio que antes das eleições de 2018 não teremos esse outro perfil de político, considerando a situação atual. Mas em política tudo é possível. A política é um rio correndo. Mas é possível dizer que a economia responde positivamente às mudanças políticas? Não há dúvida nenhuma de que a economia já responde positivamente. A Bolsa, por exemplo, subiu em poucos dias de 39 mil pontos para 55 mil (logo depois da confirmação do nome do novo presidente da Câmara) como efeito direto da mudança política.


Fonte:new trade - rubia evangellinellis



Nome:
E-Mail:
+ Notícia(s)
- Auditoria é para todo o tamanho de empresa
- Consumo exagerado de espinafre pode ocasionar danos á saúde
- País precisa proteger melhor seu conhecimento e a propriedade industrial
- BOLÍVAR LAMOUNIER DEFENDE REFORMAS IMEDIATAS NA ECONOMIA BRASILEIRA
- À ESPERA DE UM MILAGRE EM PORTO ALEGRE
- Cinco dicas para fortalecer o uso da rede social empresarial
- Rumo a 1964
- Ao contrário do que relata a mídia, doa~ções do PT foram legais
- E se Dilma falasse "elado"?
- Congresso de Delegados - 1o Congresso Jurídico de Delegados de Polícia do Estado do Rio de Janeiro
Paginação:
     
MAIS PROCURADOS
Empresa
Reclamações
Regras de publicação


 
PRODUTOS
Publicidade
Artigos Acadêmicos
 
INTERAÇÃO
Contato / Reclamações / Sugestões
 
 
Folha do Brasil - Todos os Direitos Reservados de 2004 a 2014.