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E se Dilma falasse "elado"?
Data Publicação:15/11/2014

O poeta já dizia que a nossa língua é a nossa pátria. Só o povo, ao longo das décadas, é quem tem o direito de transformá-la. 

Quando vejo projetos como estes serem passados no Congresso, isto me assusta e me revolta. 

Como diria Millor Fernandes, temos um alfaiate que quando a roupa não fica bem, faz alteração no dono. 

Sempre achei ridículo a imposição do termo "presidenta". Isto porque não existe estudanta, gerenta, ou algo parecido. Não há machismo no termo, que ainda por cima é neutro. 

O uso de "presidenta" pra mim é algo digno de uma ignoranta (quem quer que a tenha instruído a usar o termo)

Agora esta decisão passada no Congresso e sancionada pela presidente é um erro grave em diversos sentidos :

- uso do congresso para assuntos irrelevantes

- normatização da língua pelo Estado por algo frívolo. 

- aumento de burocracia no que tange a emissão de novos diplomas 

Houve novamente quem argumentasse que essa distinção seria para definir gênero numa sociedade machista, mas o que dizer de profissionais como dentistas jornalistas, oculistas, artistas, legistas....vamos também virar "dentistos"? "Artistos"? "Jornalistos"? 

É
.. “assaltaram a gramática” como diriam Paralamas e Lulu 

O último líder a mexer assim na língua de um país, foi Mussolini, segundo Evanildo Bechara, do setor de lexicologia e lexicografia da ABL. 

Não é possível aceitar que me façam de "idioto". Será que se a "presidenta" falasse "elado", como o Cebolinha, tramitaria-se uma lei no Congresso pra que a gente tivesse que abolir a letra R do alfabeto?

Desculpem o desabafo mas é a nossa língua, que amo, e me revolta ver o pouco caso que fazem com ela.

 

Bruno




Fonte:Rio TVA



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