CINEMA MUNDO ECONOMIA CULTURA ESPORTES EDUCAÇÃO CONCURSOS CIÊNCIAS & SAÚDE
SEGUNDA-FEIRA, 10 DE DEZEMBRO DE 2018
ULTIMA NOTÍCIA:
Bumblebee
BUSCAR
   
  Notícias
Acontecendo
Africa
América do Sul
Automóveis & Motocicletas
Beleza
Brasil
Brasilia
Ciência & Saúde
Cinema & Teatro
Concursos & Emprego
Conteúdo
Cultura
Diversidade
Ecologia
Economia
Editorial
Educação
Entretenimento
Esportes
Gastronomia
Gente
Goiânia e Centro-Oeste
Goiás
Impecheament
Jurídico
Meio Ambiente
Moda
Mulher
Mundo
Música e Ritmos
Noite Rio
Planeta Criança
Policia
Politica
Poluição
Porto Alegre
Religião
Rio de Janeiro
RioPress
São Paulo
Saúde
Tecnologia
Tocantins
Turismo
União
Página Inicial / Notícias / Brasil
  Brasil
 
Diretor do Santander será presidente do BC do governo Bolsonaro
Data Publicação:15/11/2018
O economista Roberto Campos Neto, do Santander, será o presidente do Banco Central do governo de Jair Bolsonaro (PSL). O atual secretário do Tesouro, Mansueto de Almeida, continuará no cargo.

As duas informações foram confirmadas por integrantes da equipe de transição de Bolsonaro. Ambos já aceitaram o convite feito pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.

Campos é executivo do banco Santander e próximo ao futuro chefe da Economia, Paulo Guedes. O nome dele já estava cotado para o cargo, mas foi confirmado nesta quinta-feira (15).

A opção por Campos Neto foi feita depois que o atual presidente do BC, Ilan Goldfajn, confirmou que deixará a instituição até o final do ano. Ele era a principal aposta da equipe econômica de Bolsonaro.

Uma pessoa da campanha disse no começo do mês que Ilan e Paulo Guedes conversaram após a eleição, mas o assunto se limitou ao projeto de independência do BC, que ambos querem aprovar no Congresso.

O argumento a favor da permanência de Ilan era que o governo Bolsonaro pretendia avançar na institucionalização da independência do BC, com mandatos fixos para presidente e diretores, o que permitiria que ficasse no posto até 2020.

Em relação a Mansueto, havia a dúvida se ele toparia continuar como secretário do Tesouro. O nome dele também era cotado para assumir uma nova secretaria da Fazenda, que pode ser criada na estrutura do ministério que Guedes chefiará.

Com a confirmação, a área econômica do governo Bolsonaro passa a contar com Paulo Guedes como superministro, Joaquim Levy no comando do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Tereza Cristina como ministra da Agricultura, Mansueto de Almeida como secretário do Tesouro e Roberto Campos Neto como presidente do Banco Central.

Ainda não há uma definição sobre quem assumirá a presidência da Caixa Econômica Federal.


Fonte:Yahoo.com



Nome:
E-Mail:
+ Notícia(s)
- Bolsonaro quer aposentadoria de servidores públicos só depois dos 65
- Com classe dividida, líderes de caminhoneiros decidem não aderir à paralisação
- Guedes anuncia seis secretários da nova equipe econômica
- Ibama nega licença para francesa Total explorar petróleo no Amazonas
- Mais uma mulher acusa João de Deus de abuso sexual
- Professor confessa estupro em aluno de 9 anos porque `estava triste´
- Segurança do Carrefour confirma agressão a cão, mas diz estar arrependido
- PMs elogiados por Bolsonaro visitam idosa feita refém
- Bolsonaro vira assistente de acusação e terá acesso a informações sigilosas de Adélio Bispo
- Brasil: passa bem primeiro bebê transplantado de útero de doadora morta
Paginação:
     
MAIS PROCURADOS
Empresa
Reclamações
Regras de publicação


 
PRODUTOS
Publicidade
Artigos Acadêmicos
 
INTERAÇÃO
Contato / Reclamações / Sugestões
 
 
Folha do Brasil - Todos os Direitos Reservados de 2004 a 2014.