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Ameaças de facções reforçam segurança de Bolsonaro
Data Publicação:06/11/2018
Nesta segunda-feira (5), o Yahoo trouxe informações apuradas pelo jornal Gazeta do Povo que mostravam o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen, encomendando à sua equipe um estudo para reforçar a segurança de Jair Bolsonaro e sua família a partir da posse do novo presidente, em 1.º de janeiro.

Os motivos do pedido, além do atentado sofrido na campanha, são as frequentes ameaças identificadas pela inteligência do governo. A ideia é adotar, aqui no Brasil, algumas das medidas usadas para proteger os presidentes americanos, em que os cuidados com segurança chegam a níveis máximos.

Uma das ameaças, segundo fontes da Rádio Gaúcha, é do PCC (Primeiro Comando da Capital) e teriam existido “interceptações de telefonemas e de conversas de WhatsApp, antes mesmo do fim da campanha eleitoral, que mostram o desagrado da facção com a possível eleição de Bolsonaro.

Motivos de contrariedade não faltam. Uma das ideias cogitadas pela equipe de Bolsonaro é o endurecimento dos regimes de cumprimento de pena, mudança que precisa passar pelo Congresso Nacional. É discutido, por exemplo, colocar em presídios de segurança máxima os condenados por crimes hediondos. O contato deles com visitantes seria feito apenas através de vidros e sem visita íntima. Além disso, os benefícios de redução da pena podem ser encolhidos, com maior tempo no regime fechado.

Ainda na apuração da Rádio Gaúcha, “o ministro extraordinário Onyx Lorenzoni disse a amigos que a organização xiita libanesa Hezbollah faria parte de um complô contra o presidente eleito. GaúchaZH confirmou com amigos de Onyx, conhecido político gaúcho, que existe mesmo a suspeita. O motivo? Bolsonaro teria contrariado profundamente os muçulmanos ao reconhecer Jerusalém como verdadeira capital dos judeus e cogitar transferência da embaixada brasileira para aquela cidade – quando, para os islamitas, Jerusalém é cidade de três religiões (judaica, maometana e crista)”.

Etchegoyen não fala em números ou estratégias por questões de segurança, mas já avisou que “obviamente” haverá um rigor muito maior no controle a tudo que tem a ver com o presidente eleito. “O esquema que está sendo preparado para receber um presidente que já sofreu um atentado será muito diferente e muito mais severo do que qualquer outro titular do Planalto já viu ou teve”, afirmou o general.

Já durante a campanha, Bolsonaro teve sua segurança reforçada pela Polícia Federal após ser vítima de uma facada no dia 6 de setembro, em Juiz de Fora (MG). Segundo informações da área de inteligência, as ameaças continuaram mesmo após a eleição. “O GSI não comenta detalhes de sua responsabilidade com a segurança presidencial, mas confirma que existem ameaças que efetivamente preocupam”, disse o ministro.

A segurança de Bolsonaro após a posse será chefiada pelo general Luiz Fernando Estorilho Baganha. Ele assumirá o cargo no lugar do general Nilton Moreno, que hoje está à frente da montagem da estrutura de proteção ao presidente eleito.

Durante a campanha, o candidato foi avisado que corria risco. Aliados, inclusive, citaram as ameaças como justificativa para que Bolsonaro não participasse dos debates eleitorais na reta final. Anunciado como futuro ministro da Defesa, o general da reserva Augusto Heleno chegou a divulgar um vídeo na véspera da eleição com o alerta para uma “real ameaça de atentado terrorista” contra Bolsonaro, articulada por uma “organização criminosa”.

Atualmente, uma equipe de 55 homens da PF se revezam na proteção ao presidente eleito. A informação é de que as ameaças partiram de diferentes fontes, inclusive de facções criminosas como PCC e Comando Vermelho e, segundo o jornal O Estado de S. Paulo apurou, existem escutas telefônicas das ameaças que estão sendo investigadas.

A ideia é adotar no Brasil algumas das ações aplicadas para os presidentes norte-americanos. As tradicionais entrevistas nas quais o presidente fica rodeado por repórteres, por exemplo – chamadas de quebra-queixo no jargão jornalístico –, devem acaba, por exemplo. Os preparativos de viagens e contato com o público também serão repensados.

A equipe de Bolsonaro estuda, ainda, abandonar o tradicional desfile em carro aberto na cerimônia de posse. O veículo que costuma ser utilizado no percurso pela Esplanada dos Ministérios é um Rolls-Royce que o Brasil recebeu de presente do governo britânico, em 1953. Em entrevista à Rede Vida, na quinta-feira (1º), o presidente eleito afirmou que vai seguir “rigorosamente” as recomendações da área de inteligência na posse.

A segurança será ampliada não só pelas ameaças, mas também pela quantidade de pessoas a serem protegidas. Bolsonaro é casado e tem cinco filhos. Todos têm direito à segurança da Presidência. Além disso, serão montados escritórios no Rio de Janeiro para dar infraestrutura à família tanto de Bolsonaro quanto do seu vice, general Hamilton Mourão, que têm casa na capital fluminense.


Fonte:Yahoo.com



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