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Vereador acusado de envolvimento na morte de Marielle foi indicado ao Nobel da Paz?
Data Publicação:11/05/2018
O vereador Marcello Siciliano (PHS), apontado em reportagem do jornal O Globo como um dos possíveis mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) se apresentava, em 2010, como um empresário bem-sucedido e o brasileiro mais jovem a ser indicado ao Prêmio Nobel da Paz. À época, ele havia tentando, sem sucesso, um vaga na Assembleia Legislativa do Rio pelo PSDC.

O motivo seria o trabalho que desempenha desde 1998 junto a comunidades na zona oeste do Rio. Teria sido por causa dessa atuação que, em 2010, uma ONG chamada Comitê da Paz indicou seu nome para concorrer ao prêmio Nobel da Paz, ao lado do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da médica Zilda Arns.

Apesar de afirmar que a fez, o responsável pela indicação de Siciliano, João Pedro do Nascimento não é habilitado para sugerir postulantes ao Nobel da Paz. Ele se apresenta como presidente do Comitê Mundial de Paz e vencedor do Nobel da Paz.

O Comitê é descrito, em seu site, como uma ONG “sem fins lucrativos conhecida por atuações sociais em vários países do mundo e em várias cidades brasileiras”. A organização diz que seus fundadores foram condecorados pela ONU com o Prêmio Nobel da Paz pela missão de paz realizada no Canal de Suez, entre 1957 e 1967.

Em nota, no entanto, a ONU ressalta que, em 1988, as Forças de Paz das Nações Unidas efetivamente receberam o prêmio Nobel da Paz, mas que o prêmio que Nascimento alegou ter vencido “foi concedido à organização internacional e não a indivíduos”.

A ONU nega ainda que Nascimento seja ligado à organização e ressalta que “a ONG Comitê Mundial da Paz não é registrada com este nome no Conselho Econômico e Social (ECOSOC) da ONU”.

Como Nascimento não é ligado às Nações Unidas e nem foi laureado com o prêmio, não se enquadra nos critérios para fazer a indicação ao Nobel da Paz.

De acordo com reportagem do jornal O Globo, uma testemunha teria indicado que Siciliano seria ligado ao ex-policial militar Orlando Oliveira Araújo, conhecido como Orlando de Curicica, preso desde outubro passado e apontado como chefe da milícia que atua em Jacarepaguá e Curicica.

Os dois teriam tramado o assassinato da vereadora porque ela estaria atrapalhando os planos de expansão territorial do grupo em direção à favela da Cidade de Deus, hoje dominada por traficantes.

Siciliano negou nesta quarta-feira, em entrevista coletiva, as acusações. Disse que não tem ligação com grupos criminosos e classificou as acusações como “factoides”.

Em nota ao Globo, Marcello Siciliano diz não acreditar que a ONG Comitê Mundial da Paz esteja envolvida em qualquer fraude:

“Quanto à denúncia do Jornal O Globo em relação à ONG Comitê Mundial da Paz, desconheço qualquer tipo de fraude por conta da organização e não acredito que isso tenha acontecido. Fui indicado ao Prêmio Nobel, na ocasião, por João Pedro do Nascimento (ex integrante da Força da Paz do exército brasileiro que ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1988) pelo forte trabalho social que desempenhei desde 1998, muito antes de me candidatar a qualquer cargo público. Independente de qualquer coisa, meu maior prêmio foi ter ajudado centenas de crianças e jovens nas Vargens e em outras comunidades da Cidade”, diz o texto.


Fonte:Yahoo.com



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