CINEMA MUNDO ECONOMIA CULTURA ESPORTES EDUCAÇÃO CONCURSOS CIÊNCIAS & SAÚDE
DOMINGO, 21 DE JULHO DE 2019
ULTIMA NOTÍCIA:
Chefe da Lava Jato no Rio diz que STF barra a maior parte das investigações de lavagem
BUSCAR
   
  Notícias
Acontecendo
Africa
América do Sul
Automóveis & Motocicletas
Beleza
Brasil
Brasilia
Ciência & Saúde
Cinema & Teatro
Concursos & Emprego
Conteúdo
Cultura
Diversidade
Ecologia
Economia
Editorial
Educação
Entretenimento
Esportes
Gastronomia
Gente
Goiânia e Centro-Oeste
Goiás
Impecheament
Jurídico
Meio Ambiente
Moda
Mulher
Mundo
Música e Ritmos
Noite Rio
Planeta Criança
Policia
Politica
Poluição
Porto Alegre
Religião
Rio de Janeiro
RioPress
São Paulo
Saúde
Tecnologia
Tocantins
Turismo
União
Página Inicial / Notícias / Brasil
  Brasil
 
Palanque duplo em SP é vantagem ou desvantagem para Alckmin?
Data Publicação:23/03/2018
De duas uma. Ou Geraldo Alckmin ainda não percebeu o enrosco ou o duplo palanque em São Paulo é parte da estratégia.

João Doria, o pré-candidato tucano ao governo de São Paulo, foi durante um tempo a principal ameaça aos planos de Alckmin para a Presidência. Há quem diga que ainda o é.

Eleito por uma onda antipetista em São Paulo, o futuro ex-prefeito já não é sombra do político em ascensão sentado no discurso do gestor antipolítico. Uma série de vai-e-vem e medidas atrapalhadas, como a farinata para pobre que não tem “hábitos alimentares”, minaram a sua popularidade.

Ainda assim, ele aposta que vai compensar a eventual rejeição do paulistano com o abandono do cargo com a força tucana no interior. O PSDB governa São Paulo desde 1994.

Alckmin, porém, não terá só um palanque em São Paulo. Terá dois. E, em política, um mais um nunca é (apenas) dois.

Se quiser se manter no cargo que assumirá com a saída do governador, Márcio França (PSB) já sabe quem será seu maior obstáculo – dois anos não foram suficientes para minimizar a onda antipetista no maior reduto tucano, o que deve dificultar a vida de qualquer postulante do partido ao Palácio dos Bandeirantes.

A briga, até aqui, é entre o atual vice e o atual prefeito, ambos aliados do governador.

A artilharia entre eles já começou.

“Ele está na extrema-esquerda”, disse Dória, já piscando para o eleitor que ainda jura viver na Guerra Fria.

“Doria não tem palavra”, rebateu França, que se alia ao PDT e PCdoB. Para ele, a crítica do futuro ex-prefeito é “meio infantil”.

Apesar da réplica, o pré-candidato do PSB diz preferir o estilo conciliador, lembrando se dar bem com tucanos e petistas. Em contraste com Doria, é ele quem parece adotar a linha assumida por Alckmin até aqui: um estilo paz, amor e união. Além disso, França terá a máquina do governo paulista a seu favor.

Segundo a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, dirigentes tucanos tentam convencer o ainda governador a percorrer o estado de braços dados com Doria a partir de abril, quando ambos deixam os cargos.

Aliados de Alckmin, que manteve distância estratégia nas prévias, dizem, segundo a coluna, que ele não topará: já consolidado na região, a prioridade é percorrer cidades onde é menos conhecido.

Doria, que contou com a força do padrinho político para se eleger na capital, poderá encarar a empreitada praticamente sozinho e com o partido rachado, como mostram as declarações do desafeto Alberto Goldman e dos outros pré-candidatos tucanos na disputa.

Para não se indispor com nenhum aliado, o presidenciável tucano, por enquanto, só observa. Se Doria conseguir levantar o palanque sozinho, bom para ele. Se o projeto fracassar, Doria fica sem posto e fora da órbita. E Alckmin se livra de uma sombra.



Nome:
E-Mail:
+ Notícia(s)
- Semana da Constelação Familiar: de 11 a 19/03
- STJ concede habeas corpus a deputado federal João Rodrigues por prescrição de prazo
- Equipe econômica de Guedes terá nove nomes do governo Temer
- FHC revela voto nulo em segundo turno das eleições presidenciais
- Aposentadoria integral ficará mais difícil a partir da semana que vem
- McDonalds demite funcionário que emprestou batata para o Burger King
- Homem coloca fogo em um morador de rua em Santos (SP)
- João de Deus, suspeito de abusos sexuais, se entrega à polícia em Goiás
- Por segurança, sinal de celular na Esplanada será bloqueado na posse de Bolsonaro
- Na mira de Bolsonaro, indulto de natal é ato final de Michel Temer
Paginação:
     
MAIS PROCURADOS
Empresa
Reclamações
Regras de publicação


 
PRODUTOS
Publicidade
Artigos Acadêmicos
 
INTERAÇÃO
Contato / Reclamações / Sugestões
 
 
Folha do Brasil - Todos os Direitos Reservados de 2004 a 2014.