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Por Geraldo Alckmin, PSDB isola Aécio
Data Publicação:22/04/2018
Quando a história da crise dos últimos anos for contada, poucos casos serão tão simbólicos quanto o de Aécio Neves. Depois de construir uma carreira política significativa, para a qual a presidência “era destino”, como na frase atribuída a seu avô, Tancredo Neves, Aécio obteve 51 milhões de votos em 2014. Por pouco não chegou ao Planalto. Quatro anos depois, foi flagrado em áudios comprometedores, manteve enquanto pode a união de seu partido com o governo denunciado de Michel Temer, numa tentativa de salvação recíproca, e, finalmente, virou réu por corrupção.

Agora, Aécio é uma figura tóxica para seus colegas de PSDB. Em nome da candidatura de Geraldo Alckmin, os tucanos transformaram seu ex-presidente em boi de piranha para um público sedento por punição aos corruptos.

Gravado pedindo dinheiro a Joesley Batista, que seria propina segundo o empresário, Aécio parece ser alvo de uma espécie de “cordão sanitário”. Os comentários do próprio Alckmin são sintomáticos.

“O Aécio sabe o que penso. É claro que o ideal é que não seja candidato, é evidente”, afirmou Alckmin na manhã de quarta-feira, à Rádio Bandeirantes. Durante a tarde, reiterou a fala. Outros correligionários tucanos seguiram a mesma toada, com argumentos na linha de que a “lei é para todos”. Para eles, o ideal é que Aécio suma do mapa, de maneira a reduzir os dedos apontados ao partido quando o tema corrupção for invocado.

Mais uma vez, uma frase de Alckmin indica que o motivo do isolamento de Aécio é a tentativa do PSDB de fugir da imagem de partido corrupto. “Diferentemente do PT, que desacredita as instituições, nós não fazemos isso. Não tem Justiça vermelha, azul, verde, amarela. Tem Justiça. E decisão judicial se respeita”, disse o governador.

Compreende-se a busca do PSDB por mostrar que é “muito diferente” do PT. Há duas décadas, o partido protagoniza a política nacional ao lado do PT. Ainda que líderes petistas importantes tenham sido condenados em múltiplos casos de corrupção e diversas ações envolvendo tucanos tramitem de forma mais vagarosa, é razoável crer que o público imagine ser a corrupção fruto não de um partido, mas de um sistema sustentado justamente por PT e PSDB.

Ao contrário do PT, no entanto, o PSDB não é um partido de massas. A pesquisa Datafolha publicada nesta semana mostrou que o PT é a sigla preferida de 20% dos eleitores. O PSDB aparece em terceiro lugar, com meros 3%.

O levantamento também mostrou Alckmin estacionado em um patamar entre 6% e 8% das intenções de voto. Em abril de 2014, Aécio era o segundo colocado, com 16%. Hoje não há perspectivas de que isso ocorra em curto prazo. O PSDB, e seu candidato, Alckmin, veem muitos nomes roubando votos, à esquerda e à direita.

A campanha oficial pode melhorar o cenário para o PSDB, mas hoje o partido não é mais o repositório dos votos dos insatisfeitos, como foi por quatro eleições consecutivas. Alckmin terá de articular um novo discurso capaz de reconstruir a imagem do partido. Para isso, quanto mais longe dos holofotes Aécio estiver, melhor.


Fonte:Yahoo.com



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