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JN: Haddad defende reformas e Bolsonaro mira em evangélicos
Data Publicação:08/10/2018
Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) concederam entrevista na noite desta segunda-feira ao Jornal Nacional. Os dois candidatos que disputam o segundo turno das eleições a presidência da República adotaram tons distintos em suas falas.

Fernando Haddad admitiu ter revisto a sua posição quanto fazer uma nova Constituinte, mas defendeu que irá trabalhar para viabilizar as reformas necessárias por emenda constitucional. Entre elas, a reforma tributária. “Quem sustenta o estado é o pobre e os muito ricos pagam pouco proporcionalmente à renda”, disse.

O petista também defendeu a queda de impostos para os brasileiros da classe média e também os mais pobres. Segundo ele, isso será fundamental para que essa parcela de brasileiros voltem ao consumo a abram espaço para a retomada do crescimento.

Haddad também detalhou que sua proposta prevê isenção de imposto de renda para quem ganha até cinco salários mínimos e disse que é preciso reduzir a taxa de juros. O petista acredita que assim que as empresas obtiverem mais lucro voltarão a contratar. Ele também declarou que irá privilegiar o desenvolvimento com distribuição de renda. “O desenvolvimento para poucos não é desenvolvimento”, argumentou.

Por fim, ele prometeu o fim do congelamento dos gastos do governo, aprovado por medida provisória do governo, que afetou os investimentos em áreas como saúde e educação.

Bolsonaro mira voto evangélico

Em sua entrevista para o JN, o candidato do PSL não conseguiu se aprofundar em temas econômicos e nem sobre retomada de empregos. Em contrapartida, Bolsonaro exaltou valores familiares, Deus e pátria. O candidato liberal fez questão de agradecer sua votação a setores como forças armadas e eleitorado evangélico —Bolsonaro recebeu apoio do líder da Igreja Universal, Edir Macedo na última semana.


Fonte:Yahoo.com



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