CINEMA MUNDO ECONOMIA CULTURA ESPORTES EDUCAÇÃO CONCURSOS CIÊNCIAS & SAÚDE
QUARTA-FEIRA, 23 DE MAIO DE 2018
ULTIMA NOTÍCIA:
No Afeganistão, um alcorão de seda para preservar o patrimônio cultural
BUSCAR
   
  Notícias
Acontecendo
Africa
América do Sul
Automóveis & Motocicletas
Beleza
Brasil
Brasilia
Ciência & Saúde
Cinema & Teatro
Concursos & Emprego
Conteúdo
Cultura
Diversidade
Ecologia
Economia
Editorial
Educação
Entretenimento
Esportes
Gastronomia
Gente
Goiânia e Centro-Oeste
Goiás
Impecheament
Jurídico
Meio Ambiente
Moda
Mulher
Mundo
Música e Ritmos
Noite Rio
Planeta Criança
Policia
Politica
Poluição
Porto Alegre
Religião
Rio de Janeiro
RioPress
São Paulo
Saúde
Tecnologia
Tocantins
Turismo
União
Página Inicial / Notícias / Politica
  Politica
 
PSOL não é antissemita, diz líder do partido
Data Publicação:13/05/2018
O historiador Juliano Medeiros, 34, presidente do PSOL, rebateu declaração de líder judeu Fernando Lottenberg, presidente da Conib (Confederação Israelita do Brasil), de que o partido expressa antissemitismo ao considerar Israel um Estado genocida.

"Israel produz atrocidades e violações constantes de direitos humanos contra a população palestina, reconhecidos pelos organismos internacionais. Se damos a isso o nome de genocídio é uma questão que pode ser debatida, mas não achamos que essa caracterização esteja afrontando necessariamente a posição do PSOL, que de forma alguma é antissemita", disse.

A Secretaria de Relações Internacionais do PSOL emitiu nota, em abril, condenando "mais um banho de sangue patrocinado pelo Estado genocida de Israel e seu carniceiro-mor Benjamin Netanyahu", o primeiro-ministro do país.

Era uma referência a um confronto na Faixa de Gaza, que deixou 16 palestinos mortos e mais de 1.400 feridos.

Para Lottenberg, "além de profundamente injusta e equivocada, a nota é uma expressão contemporânea do antissemitismo".

A nota fez com que a Federação Israelita do Rio pedisse a desfiliação de judeus ligados ao partido.

Medeiros afirmou que o PSOL não é de maneira alguma contra a existência do Estado de Israel. "Rechaçamos fortemente a ideia de antissemitismo, é uma acusação gravíssima, que deve inclusive ser acompanhada de medidas legais para quem for assumidamente antissemita, ou racista, o que seja".

"Por outro lado, o PSOL tem uma posição muito clara em defesa do povo palestino naquilo que diz respeito a seus direitos fundamentais."

O psolista vê a aproximação do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) com setores conservadores da comunidade judaica com reservas.

Em Gramado (RS), onde participou de evento com presidenciáveis, o pré-candidato à Presidência pelo PSOL, Guilherme Boulos, disse que a acusação de que o partido teria uma ala antissemita não procede. "É algo inadmissível, assim como é a islamofobia."

Ele disse que o PSOL reconhece o Estado de Israel, mas que também se solidariza à causa palestina: "O partido defende o direito dos palestinos de cidadania igual, é contra os assentamentos ilegais israelenses e defende o direito de retorno dos refugiados palestinos. Se trata de defender as resoluções da ONU."


Fonte:Yahoo.com



Nome:
E-Mail:
+ Notícia(s)
- TSE não pode tomar iniciativa de impedir Lula candidato
- Bolsonaro é o mais fácil de bater no 2ª turno, diz Ciro
- Bolsonaro diz que sua campanha é imbroxável
- Bolsonaro lidera seguido por Marina e Ciro, diz CNT
- Índice de brancos, nulos e indecisos é maior que o desempenho dos 4 primeiros colocados
- PSOL não é antissemita, diz líder do partido
- Ex-presidente defende Gleisi em carta e reafirma que é candidato
- Vereador nega envolvimento na morte de Marielle Franco e diz que notícia é factóide
- Uma chapa PSDB-MDB não seria de centro
- Sem Lula, Bolsonaro lidera corrida presidencial, diz pesquisa
Paginação:
     
MAIS PROCURADOS
Empresa
Reclamações
Regras de publicação


 
PRODUTOS
Publicidade
Artigos Acadêmicos
 
INTERAÇÃO
Contato / Reclamações / Sugestões
 
 
Folha do Brasil - Todos os Direitos Reservados de 2004 a 2014.