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Dois anos seguidos de eleições para o governo movimentam milhões e desgastam eleitores no Amazonas
Data Publicação:13/03/2018
Em maio de 2017, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) votou pela cassação da chapa formada pelo então governador do Amazonas, José Melo (Pros), e o vice, Henrique Oliveira (SD). Acusados de compra de votos nas eleições de 2014, os dois tiveram os mandatos invalidados pelo Tribunal Regional Eleitoral do estado (TRE-AM) em janeiro de 2016 e aguardavam a decisão do tribunal superior em seus respectivos cargos. Todo o processo, que se arrastou por mais de um ano, abriu precedente para o início de longa campanha eleitoral na região, somando os pleitos de 2017 e 2018 para o mesmo cargo executivo.

Condenado pelo uso do dinheiro público, para compra de votos, por meio de um contrato com uma empresa fantasma durante a Copa do Mundo de 2014, Melo havia sido eleito com 55,54% dos votos no segundo turno naquele ano, derrotando o ex-governador e senador Eduardo Braga (MDB). O emedebista foi o autor da ação de cassação contra Melo.

Mesmo após a decisão do TRE-AM, coube ao tribunal superior votar pelo destino do mandato de Melo. Tanto o governador quanto o vice permaneceram no cargo até a votação do TSE. Foram marcadas eleições para agosto do mesmo ano, dando início à corrida eleitoral pelo mandato-tampão de apenas 14 meses.

As novas eleições atraíram oito candidatos ao pleito: Amazonino Mendes (PDT), Eduardo Braga, Jardel (PPL), José Ricardo (PT), Luiz Castro (Rede), Wilker Barreto (PHS), Marcelo Serafim (PSB) e Rebecca Garcia (PP). A exemplo de 2014, Braga seguiu novamente para a disputa no segundo turno, tendo Amazonino Mendes, dessa vez, como concorrente direto.

Os dois caciques políticos já foram acusados de corrupção em mais de uma oportunidade. Alvo de investigação na Lava-Jato, Braga foi citado em delações de executivos da Odebrecht como receptor de R$ 1 milhão em propina quando ainda era governador do estado (2003-2010). Amazonino, que já havia sido governador do Amazonas três vezes, coleciona escândalos e já foi acusado de compra de votos.

Nas urnas, Amazonino levou a melhor e foi eleito com 59,21% dos votos. Ele e o vice, Bosco Saraiva (PSDB), tomaram posse na primeira semana de outubro.


Fonte:Yahoo.com



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