CINEMA MUNDO ECONOMIA CULTURA ESPORTES EDUCAÇÃO CONCURSOS CIÊNCIAS & SAÚDE
TERÇA-FEIRA, 25 DE SETEMBRO DE 2018
ULTIMA NOTÍCIA:
Na Suíça, pedreiros estudam por até 4 anos e ganham R$ 20 mil por mês
BUSCAR
   
  Notícias
Acontecendo
Africa
América do Sul
Automóveis & Motocicletas
Beleza
Brasil
Brasilia
Ciência & Saúde
Cinema & Teatro
Concursos & Emprego
Conteúdo
Cultura
Diversidade
Ecologia
Economia
Editorial
Educação
Entretenimento
Esportes
Gastronomia
Gente
Goiânia e Centro-Oeste
Goiás
Impecheament
Jurídico
Meio Ambiente
Moda
Mulher
Mundo
Música e Ritmos
Noite Rio
Planeta Criança
Policia
Politica
Poluição
Porto Alegre
Religião
Rio de Janeiro
RioPress
São Paulo
Saúde
Tecnologia
Tocantins
Turismo
União
Página Inicial / Notícias / Politica
  Politica
 
Candidatura de Alckmin esbarra em dificuldades de comunicação e resultado ruim em pesquisas
Data Publicação:12/03/2018
A poucos dias da convenção que definirá o nome do PSDB para a disputa pela Presidência, é dado como certo – ao menos pela maioria dos políticos e analistas – que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin será o candidato ao Palácio do Planalto.

Já definido que se desincompatibilizará do cargo no dia 07 de abril, o tucano tem algumas dificuldades pela frente: baixa intenção de votos em pesquisas e falta de carisma.

Além disso, apesar de sua candidatura parecer óbvia para alguns, ele terá pela frente ainda a determinação do prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, que quer prévias no partido para a definição do nome que disputará a sucessão de Michel Temer.

Aparentemente sem grandes alternativas aos dois nomes citados, a maioria do PSDB aposta que o presidente nacional do partido vencerá as prévias e superará o fator “pesquisas eleitorais” para conseguir chegar ao cargo mais alto da República após mandatos consecutivos como oposição ao Governo.

Falta de carisma e falhas na comunicação

O prefeito de Manaus foi direto ao falar sobre o companheiro de partido, e nítido rival nas prévias: “eu não vejo que ele seja eleito. Ele deveria acordar para isso. Ele é muito fraco. Quando ele fala que não é showman e não tem carisma, é porque ele simplesmente não é carismático. Ele não consegue”.

Já o também pré-candidato à Presidência pelo Podemos, senador Álvaro Dias, evitou opinar sobre a falta de simpatia do governador, e deixou claro que é preciso ter uma capacidade de comunicação e empatia: “é imprescindível para se ganhar eleição, estão aí os indicativos”.

Mas é na comunicação que está a falha de Alckmin, segundo o cientista político Valdir Pucci. “Ele tem dificuldade de falar, primeiro com a população mais carente, sua forma de se empostar, de falar, ainda mais se concorrer com candidato mais verborrágico na sua forma de falar, de lidar. Acho que essa comunicação do Alckmin é prejudicial a ele”, explicou.

Sócio da Tendências Consultoria, o cientista político Rafael Cortez foi contra a ideia de que o carisma faça diferença na disputa eleitoral. Para ele, a variável é superestimada e “tem efeito menor que a definição da estrutura da competição política”.

Há ainda as divergências quanto às falas do governador paulista como presidente nacional do partido, como citou Arthur Virgílio: “Geraldo fechou questão em cima da reforma da Previdência, mas depois disse que não ia haver punição. Então ele não fechou questão, ele abriu questão. Não sei se vai cortar sobremesa dos deputados. É nisso que o povo não vai votar”.

Estagnação com baixa intenção de voto

Nas últimas pesquisas, Alckmin tem aparecido atrás de nomes como Jair Bolsonaro (PSC), Lula (PT) e até mesmo de Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT).

O diretor do Instituto Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, indagou, entretanto, se o PSDB teria outra alternativa, e disse que só seria possível se o partido buscasse um nome novo, já que nem o prefeito João Doria e nem o senador José Serra disputarão as prévias. “Tem Arthur Virgílio, que está tentando disputar, mas tem pouca densidade eleitoral. Não conseguimos enxergar um nome no PSDB para colocar nas pesquisas e gerar mais votos que o Geraldo Alckmin”.

Para Hidalgo, a insistência na candidatura de Alckmin está na aposta de que o ex-presidente Lula cairá na Lei da Ficha Limpa após sua condenação ser confirmada em segunda instância no TRF4 e que Bolsonaro não conseguirá manter a dianteira até a eleição. Mas, para ele, uma troca poderia existir. Um dos nomes que foram citados foi o do apresentador da TV Globo Luciano Huck. Entretanto, nos últimos dias, este afirmou que não sairia como candidato à Presidência.

Para Cortez, a aposta do PSDB em outro nome não necessariamente traria resultados diferentes dos vistos pelos tucanos neste momento: “essa é uma eleição que relativiza a importância das pesquisas sob o ponto de vista da cristalização da preferência dos eleitores. Ela é naturalmente muito importante, ajuda a dar barganha política, mas os nomes da centro direita enfrentam dois dilemas que vão levar a resultados negativos. Primeiro, é a pequena avaliação do Governo, que tem muita rejeição, o que abre espaço para oposição. O segundo grupo de efeito é o sentimento de desgaste da política tradicional”.


Fonte:Yahoo.com



Nome:
E-Mail:
+ Notícia(s)
- Ibope: Haddad sobe e diminui vantagem de Bolsonaro
- Bolsonaro cogita divulgar carta para acalmar mercado e defender pacificação
- DataPoder: Haddad e Bolsonaro tecnicamente empatados
- Após ataque a CPMF, Alckmin diz que Bolsonaro privilegia ricos com novo IR
- Pesquisa XP: Bolsonaro lidera e Haddad tem salto para 2º lugar
- PSB pede que STF libere votação de quem teve título cancelado por não fazer biometria
- Ibope: Bolsonaro lidera e Haddad sobe 11 pontos
- Dória usa imagens de creches dos EUA e da Rússia como se fossem de SP
- Parentes de Alckmin ganharam R$ 3,8 milhões com decretos do ex-governador
- Doria tenta colar Skaf a Temer em debate na TV Gazeta
Paginação:
     
MAIS PROCURADOS
Empresa
Reclamações
Regras de publicação


 
PRODUTOS
Publicidade
Artigos Acadêmicos
 
INTERAÇÃO
Contato / Reclamações / Sugestões
 
 
Folha do Brasil - Todos os Direitos Reservados de 2004 a 2014.