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Acordo entre Trump e Kim gera insegurança ao futuro político do planeta
Data Publicação:18/06/2018
A histórica reunião de 12 de junho em Singapura entre o presidente norte-americano Donald Trump e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, ainda não traz sinais claros sobre o futuro político mundial. De acordo com especialistas consultados pelo Yahoo!, a negociação pode ser considerada extremante positiva num primeiro momento por aliviar as tensões militares entre as duas nações e demais países envolvidos, mas ressaltam que ainda é muito cedo para traçar qualquer tipo de perspectiva política, tendo em vista o histórico de outros acordos firmados pelos Estados Unidos que acabaram não se sustentando.

“Há uma trégua, mas há outros interesses envolvidos. Tem todo o aparato militar dos Estados Unidos em jogo. Não há concordância e unanimidade para a retirada das tropas da península coreana. Existem muitas questões e interesses envolvidos que não dependem exclusivamente de Donald Trump”, explica Giorgio Romano, professor de Relações Internacionais da Universidade Federal do ABC.

De acordo com Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV, essa reunião ressalta, de certa maneira, a situação atípica e de relações mais complexas dos Estados Unidos com seus principais aliados em função de uma política comercial mais protecionista.

“Trump está se aproximando de alguns países que não têm sido seus aliados historicamente. Num primeiro momento, muitas pessoas imaginaram que haveria um clima de tensão nesse encontro, respaldadas pela recente reunião dos EUA com outros países do G7. Apesar da conversa com Kim ter sido bem amistosa, eu vejo pouca probabilidade da Coreia do Norte abrir mão das suas armas nucleares por ter se comprometido muito pouco nesse sentido. Isso traz um risco porque se o governo americano, sobretudo o presidente Trump perceber que quem levou vantagem foi de fato só a Coreia do Norte e nada mudou, isso aumenta o risco de um confronto armado”, alerta.


Fonte:Yahoo.com



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