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Governo dos EUA afirma que satélite russo pode ser arma disfarçada
Data Publicação:19/08/2018
Mundo em alerta: Yleem Poblete, secretária assistente do departamento de desarmamento dos Estados Unidos, afirmou durante discurso numa conferência em Geneva que há possibilidade de um satélite russo de inspeção ser, na realidade, algum tipo de arma espacial.

Lançado à órbita em outubro do ano passado, o satélite, que seria um tipo de “inspetor de aparato espacial”, tem se comportado de maneira estranha nos últimos meses, o que poderia significar que ele, na verdade, é algum tipo de armamento disfarçado. Segundo Poblete, o comportamento do satélite não é consistente com o de nenhum outro satélite do tipo, incluindo outros satélites russos.

Ela ainda afirma que não existe modo de verificar a real função do equipamento russo, já que ele se encontra em órbita, e que tudo se torna ainda mais suspeito ao lembrar que um comandante do exército russo afirmou recentemente que uma de suas prioridades era assimilar novos protótipos de armas espaciais aos esquadrões do país.

Poblete relembrou que o Departamento de Defesa da Rússia já afirmou repetidas vezes, durante a última década, que está desenvolvendo defesas contra o monitoramento de satélites e que, em fevereiro de 2017, um oficial da Força Aérea russa afirmou que o país desenvolvia um novo tipo de míssil, capaz de destruir satélites em órbita.

O aviso da secretária está em completa sintonia com a posição oficial do governo dos EUA. Durante os últimos anos, vários militares de alto escalão e políticos de carreira não cansam de dizer que a dominância espacial do país está em perigo, e que é necessário se preparar para um guerra que pode se estender para fora da órbita do planeta. Este é o raciocínio por detrás de uma das mais novas ideias do presidente Donald Trump: a criação da Space Force (Força Espacial, em português).

Além da Rússia, os Estados Unidos consideram a China como outro de seus principais adversários nessa questão, citando as atividades para desenvolvimento de tecnologia antissatélites desses países como um assunto a ser tratado com urgência. Apesar disso, oficiais de ambos os países têm repetidamente negado seu status como ameaças globais, citando que todas as acusações contra eles são infundadas e baseadas apenas em suposições.


Fonte:Yahoo.com



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