CINEMA MUNDO ECONOMIA CULTURA ESPORTES EDUCAÇÃO CONCURSOS CIÊNCIAS & SAÚDE
SEGUNDA-FEIRA, 18 DE JUNHO DE 2018
ULTIMA NOTÍCIA:
Com árbitro de vídeo omisso, Brasil fica no empate com a Suíça
BUSCAR
   
  Notícias
Acontecendo
Africa
América do Sul
Automóveis & Motocicletas
Beleza
Brasil
Brasilia
Ciência & Saúde
Cinema & Teatro
Concursos & Emprego
Conteúdo
Cultura
Diversidade
Ecologia
Economia
Editorial
Educação
Entretenimento
Esportes
Gastronomia
Gente
Goiânia e Centro-Oeste
Goiás
Impecheament
Jurídico
Meio Ambiente
Moda
Mulher
Mundo
Música e Ritmos
Noite Rio
Planeta Criança
Policia
Politica
Poluição
Porto Alegre
Religião
Rio de Janeiro
RioPress
São Paulo
Saúde
Tecnologia
Tocantins
Turismo
União
Página Inicial / Notícias / Mundo
  Mundo
 
ONU revela que 2,5 milhões de emigrantes recorreram a traficantes de pessoas em 2016
Data Publicação:14/06/2018
Ao menos 2,5 milhões de migrantes no mundo tiveram de recorrer a redes de traficantes de pessoas para cruzar fronteiras em 2016, e permitiram a estes grupos lucros estimados em mais de sete bilhões de dólares, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira por um escritório da ONU.

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) detalhou que estes lucros representam o equivalente ao que os Estados Unidos ou os países da União Europeia gastaram em ajuda humanitária em 2016.

A agência da ONU, que publica pela primeira vez esta compilação anual internacional de dados, enfatizou que o estudo está incompleto devido à dificuldade de se coletar informações relacionadas a uma atividade que se desenvolve na clandestinidade.

O relatório aponta cerca de 30 itinerários utilizados por imigrantes e seus contrabandistas na Europa, África, América do Norte e Ásia.

O fluxo mais importante - entre 735.000 e 820.000 pessoas em 2016 - ocorre na América do Norte. É seguido pelo eixo que vai da África Subsaariana até o Norte da África - com cerca de 480.000 pessoas -, e as rotas marítimas no Mediterrâneo, com cerca de 375.000 pessoas.

As migrações através da Ásia também geram fluxos importantes de traficantes ilegais, da ordem das 550.000 pessoas com destino à Tailândia em 2010, segundo o estudo, que não tem uma estimativa atualizada para 2016.

Este tráfico ilícito de emigrantes, que se faz "na falta de outros meios" com redes de contrabando para conseguir fugir de seus países de origem, "segue a mesma dinâmica que outros mercados transnacionais do crime organizado", respondendo às leis de oferta e demanda, indicou o estudo.

Este tráfico que ocorre por vias terrestres, marítimas ou aéreas, tem seus núcleos em cidades como Agadèz, países como Níger, na rota entre a África Ocidental e o Norte da África, várias cidades fronteiriças entre a Etiópia e o Quênia e a maioria das grandes capitais.

Um grande número de emigrantes morrem nestes itinerários. As travessias pelo Mediterrâneo aparecem como as mais mortais, "com cerca de 50% do número total de mortes".

"Na maioria dos itinerários também houve denúncias de assassinatos sistemáticos de emigrantes", apontou o estudo que, entre os muitos perigos, cita os estupros, roubos, sequestros e a escravidão.


Fonte:Yahoo.com



Nome:
E-Mail:
+ Notícia(s)
- Píton gigante mata e engole mulher na Indonésia
- Presidente da Síria faz aparição rara fora de Damasco
- ONU revela que 2,5 milhões de emigrantes recorreram a traficantes de pessoas em 2016
- Trump minimiza violações dos direitos humanos no regime de Kim Jong Un
- Papa aceita renúncia de três bispos chilenos
- Prossegue busca por desaparecidos após erupção na Guatemala
- Trump reclama de ida ao G7 e pensa em desistir de viagem, diz jornal
- Imigração ilegal nos EUA cresce apesar da tolerância zero de Trump
- Conselheiro econômico de Trump reconhece risco de guerra comercial para os EUA
- Novo ministro do Interior italiano promete reduzir chegadas de migrantes
Paginação:
     
MAIS PROCURADOS
Empresa
Reclamações
Regras de publicação


 
PRODUTOS
Publicidade
Artigos Acadêmicos
 
INTERAÇÃO
Contato / Reclamações / Sugestões
 
 
Folha do Brasil - Todos os Direitos Reservados de 2004 a 2014.