CINEMA MUNDO ECONOMIA CULTURA ESPORTES EDUCAÇÃO CONCURSOS CIÊNCIAS & SAÚDE
QUINTA-FEIRA, 16 DE AGOSTO DE 2018
ULTIMA NOTÍCIA:
Família sepulta parente e ele reaparece vivo meses depois
BUSCAR
   
  Notícias
Acontecendo
Africa
América do Sul
Automóveis & Motocicletas
Beleza
Brasil
Brasilia
Ciência & Saúde
Cinema & Teatro
Concursos & Emprego
Conteúdo
Cultura
Diversidade
Ecologia
Economia
Editorial
Educação
Entretenimento
Esportes
Gastronomia
Gente
Goiânia e Centro-Oeste
Goiás
Impecheament
Jurídico
Meio Ambiente
Moda
Mulher
Mundo
Música e Ritmos
Noite Rio
Planeta Criança
Policia
Politica
Poluição
Porto Alegre
Religião
Rio de Janeiro
RioPress
São Paulo
Saúde
Tecnologia
Tocantins
Turismo
União
Página Inicial / Notícias / Mundo
  Mundo
 
Novo ministro do Interior italiano promete reduzir chegadas de migrantes
Data Publicação:03/06/2018
Matteo Salvini, o líder da ultra-direita Liga e novo ministro do Interior italiano, prometeu neste domingo na Sicília utilizar o "bom senso" para acabar com naufrágios e chegadas de migrantes e evitar que a Itália seja "o campo de refugiados" da Europa.

"Não temos uma linha dura, mas uma linha de bom senso", insistiu Salvini, que viajou para a ilha no sul do país para apoiar os candidatos locais de seu partido, que em sua época separatista proferia palavras duríssimas contra essa região do país.

"Os bons tempos para os clandestinos acabaram: preparem-se para fazer as malas", disse no sábado. "Itália e Sicília não podem ser o campo de refugiados da Europa", insistiu neste domingo.

Ele foi recebido por simpatizantes entusiastas, mas também por manifestantes da esquerda, embora em menor número.

Em frente ao centro de identificação de migrantes de Pozzallo, sob um sol abrasador, manifestantes de lados contrários estiveram a ponto de chegar à agressão física enquanto aguardavam sua visita.

Mesmo com tom combativo, Salvini matizou algumas de suas declarações anteriores, como na véspera, quando criticou os barcos socorristas das ONGs, que chamou de "vice-traficantes" de pessoas.

"Ninguém me tira a certeza de que a imigração clandestina é um negócio. Ver que há gente que ganha dinheiro às custas de crianças que depois morrem me indigna", disse depois da morte de pelo menos 48 migrantes no litoral da Tunísia, outros nove - entre elas sete crianças - na costa da Turquia e mais um na Espanha.

"Acho que é melhor gastar o dinheiro (atualmente destinado ao resgate e à acolhida) nos países de origem. Mas se há ONGs que querem fazer trabalhar de graça, tudo bem", declarou.

- "Desequilíbrio evidente" -

A localidade de Pozzallo, no sul da Sicília, está diretamente afetada: os barcos militares ou humanitários que resgatam migrantes no Mediterrâneo os levam principalmente a este porto.

No interior do centro, onde a imprensa não pôde acompanhá-lo, Salvani se reuniu com uma centena de migrantes, entre eles mulheres e crianças, que chegaram ao porto na noite de sexta-feira, poucas horas depois de sua posse.

Essa grande estrutura de cimento à beira mar é um dos "hotspots" instalados desde 2015 na Itália, a pedido da União Europeia (UE), para garantir que os recém-chegados sejam registrados neste país e possam apresentar pedido de refúgio em outros países europeus.

Em uma reunião na terça-feira em Luxemburgo, os ministros do Interior da UE devem discutir a revisão dessa regra, que obriga os migrantes a apresentar seu pedido de refúgio no primeiro país europeu a que chegam.

No entanto, Salvini já anunciou que não comparecerá: neste dia estará no Parlamento italiano para o voto de confiança de seu governo de união com o Movimento 5 Estrelas (M5S, antissistema).

Mas já anunciou que se oporá à reforma em curso que, na sua opinião, "condena" os países do Mediterrâneo.

E a ideia de que os migrantes resgatados no mar sejam levados a outros países além da Itália? "Meu objetivo não é deslocá-los na Europa, e sim reduzir as saídas", respondeu, referindo-se a "um desequilíbrio evidente da gestão, dos números e dos custos".

Os controversos acordos com as autoridades e milícias líbias permitiram reduzir o número de chegadas em mais de 75% desde meados de 2017. No entanto, apesar de um aumento de 12%, as expulsões não superaram as 6.500 do ano passado e aumentá-las custará caro.

Para encontrar rapidamente os recursos, Salvini pede "um bom corte" nos gastos de acolhida dos 170.000 solicitantes de refúgio atualmente presentes em toda a Itália. Mas alguns críticos lembram que esses recursos geram empregos para os italianos e dão vida a zonas rurais desfavorecidas.


Fonte:Yahoo.com



Nome:
E-Mail:
+ Notícia(s)
- Estado Islâmico mata casal dos Estados Unidos que dava volta ao mundo
- Motorista da Uber teria matado taxista e ferido outros dois no Chile
- Coreia do Norte limita visitas de grupos turísticos chineses
- Quênia prende suspeito de matar rinoceronte-negro
- Polícia fecha aeroporto em Berlim após confundir vibrador com explosivo
- Custo da guerra na Síria chega a quase US$ 400 bilhões, diz ONU
- A humanidade já consumiu mais recursos do que a Terra consegue gerar em 2018
- Explosão perto do aeroporto de Bolonha deixa um morto e mais de 50 feridos
- Adolescente palestino morre em Gaza após confrontos na fronteira com Israel
- Maduro foi vítima de tentativa de ataque durante parada militar, diz governo
Paginação:
     
MAIS PROCURADOS
Empresa
Reclamações
Regras de publicação


 
PRODUTOS
Publicidade
Artigos Acadêmicos
 
INTERAÇÃO
Contato / Reclamações / Sugestões
 
 
Folha do Brasil - Todos os Direitos Reservados de 2004 a 2014.