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Dólar ganha força e abala economias emergentes
Data Publicação:31/05/2018
Quando o dólar ganha força com o aumento das taxas de juros americanas, alguns países emergentes cuja economia já está castigada, como Argentina ou Turquia, sofrem com a fuga de investidores para os Estados Unidos.

"Eles têm menos vontade de investir em países emergentes quando o investimento em ativos americanos menos arriscados oferece rendimentos crescentes", explicou Chris Low, economista-chefe da FTN Financial.

Consequentemente, na semana concluída em 23 de maio, os fundos destinados às ações e obrigações de países emergentes tiveram uma queda líquida de 569 milhões e 253 milhões respectivamente, segundo a empresa de dados financeiros EPFR Global.

Essas saídas se somam ao 1,6 bilhão de dólares em ações e aos 2,1 bilhões em títulos na semana concluída em 9 de maio.

"A primeira explicação para essas saídas de capitais vem da alta do dólar", avaliou o analista Eric Viloria, do banco Wells Fargo.

O aumento progressivo das taxas de juros aplicado pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano) alimenta a força do dólar e melhora o retorno de alguns investimentos nos Estados Unidos.

Essa combinação de estímulos provoca a volta para os Estados Unidos de capitais que emigraram para países emergentes quando o Fed aplicou uma política monetária de taxas quase nulas para tirar a maior economia mundial da recessão de 2008-2009.

- 'Mudança de paradigma' -

O rendimento da dívida americana a 10 anos está em torno de 3% - contra 1,3%, por exemplo, de julho de 2016, quando caiu ao seu menor valor histórico.

A principais vítimas dessa "mudança de paradigma" são Argentina e Turquia, segundo o Instituto Internacional de Finanças. Desde o começo de abril, as moedas desses países se desvalorizaram 22% e 19% em relação ao dólar, respectivamente.

Para conter a hemorragia de divisas e sustentar a moeda nacional, a solução mais rápida foi aumentar drasticamente as taxas de juros - ainda que ao preço de colocar em risco a expansão da atividade econômica.

O Banco Central da Argentina subiu a taxa principal a 40% e bateu na porta do Fundo Monetário Internacional (FMI) em busca de um crédito.

O Banco Central da Turquia elevou sua taxa a 16,6%, apesar da oposição do presidente Tayyip Erdogan.

Para o mandatário, a alta de taxas é a fonte de "todo os males", e ele ameaçou influenciar mais na política monetária se for novamente eleito nas eleições de 24 de junho.

Mas, segundo Andres Abadia, economista da agência de informação econômica PantheonMacro, "as situações próprias de cada país" também são a causa da desconfiança dos mercados.

- Controle de capitais -

"A Turquia está oprimida por um importante déficit de conta corrente, uma dívida em moeda estrangeira três vezes superior a suas reservas cambiais e uma inflação de duas cifras", disse Low.

"O que preocupa especialmente aos mercados é que (Erdogan) não parece ter uma grande cultura financeira. Os mercados agora temem que imponha um controle de capitais", disse esse economista.

Na Argentina, uma inflação anual de mais de 20%, o alto déficit de conta corrente e um déficit fiscal de 4% derrubaram as intenções do presidente Mauricio Macri de reformar a terceira maior economia latino-americana.

Afetada pela dívida externa e pela crise cambial e bancária, a Argentina declarou a maior moratória da história em 2001. Desde então, qualquer abalo econômico assusta os argentinos.

Analistas da Oxford Economics afirmaram recentemente que, na comparação da evolução da libra turca e do peso argentino com a das demais moedas de países emergentes em abril, mais da metade dos movimentos se explica por desequilíbrios de suas economias, que se tornaram muito mais arriscadas.

Já países emergentes como Rússia, Polônia e Malásia se salvaram da alta do dólar porque suas economias enfrentam riscos menores, diz a nota.


Fonte:Yahoo.com



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