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Trump confirma que diretor da CIA se reuniu com Kim Jong Un na Coreia do Norte
Data Publicação:18/04/2018
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta quarta-feira (18) uma reunião secreta em Pyongyang entre o diretor da CIA e o líder norte-coreano Kim Jong-Un, enquanto Seul anunciou que estuda caminhos para um possível tratado de paz com o Norte.

A proposta sul-coreana de abrir negociações para declarar oficialmente o fim da Guerra da Coreia (1950-53) é a mais recente de uma série de iniciativas que seriam impensáveis ​​há alguns meses.

Também suscitam a esperança de que as próximas cúpulas entre as duas Coreias, depois entre o Norte e os Estados Unidos, conduzam a avanços concretos.

Outro acontecimento surpreendente foi a visita do diretor da CIA - e futuro secretário de Estado americano - Mike Pompeo a Pyongyang para uma reunião com Kim. Esta viagem, anunciada pelo Washington Post, foi confirmada no Twitter por Trump.

"Mike Pompeo se reuniu com Kim Jong Un na Coreia do Norte na semana passada. A reunião correu muito suavemente e uma boa relação foi formada. Detalhes da cúpula estão sendo trabalhados agora", escreveu Trump no Twitter.

"A desnuclearização será uma grande coisa para o mundo, mas também para a Coreia do Norte!", completou.

A terceira cúpula intercoreana desde o fim da guerra, marcada para 27 de abril, poderia ser uma oportunidade para abordar a questão de uma declaração oficial para encerrar o conflito na península.

"Estamos examinando a possibilidade de substituir o regime de armistício na península coreana por um regime de paz", declarou à imprensa um importante funcionário da Casa Azul, a presidência sul-coreana.

"Mas não é algo que possamos fazer sozinhos. Precisamos de discussões próximas com as partes relevantes, incluindo a Coreia do Norte".

Trump indicou na terça-feira que a cúpula entre Kim Jong-Un e o presidente sul-coreano Mon Jae-in poderia ser usada, com sua "bênção", para discutir um tratado de paz.

- "Minha benção" -

A guerra terminou com um simples armistício, de modo que ambos os lados ainda estão tecnicamente em conflito. A zona desmilitarizada que divide a península é repleta de minas e fortificações.

"Eles têm a minha bênção para discutir o fim da guerra. As pessoas não percebem que a Guerra da Coreia não acabou", disse Trump.

"A questação do tratado de paz é uma questão muito difícil", comentou Koo Kab-woo, professor da Universidade de Estudos Norte-Coreanos.

Pyongyang e Seul reivindicam a soberania sobre toda a península. Um tratado pode significar que as duas Coreias se reconhecem.

O Norte provavelmente exigiria a retirada das tropas americanas posicionadas na península. O conselheiro de Segurança Nacional da Coreia do Sul, Chung Eui-yong, declarou nesta quarta-feira que Seul e Washington querem que Pyongyang desista de suas ambições atômicas.

- "Hora de conversar" -

Os principais momentos do encontro intercoreano, incluindo o primeiro aperto de mão entre Kim e Moon serão transmitidos ao vivo pela televisão, indicou Seul após uma reunião de trabalho entre as duas partes nesta quarta-feira.

Esta reunião será seguida por um histórico tête à tête entre Kim e Trump.

Em sua luxuosa propriedade em Mar-a-Lago, na Flórida, o presidente dos Estados Unidos falou com certo otimismo sobre os preparativos atuais: "Eles nos respeitam. Nós os respeitamos. É hora de conversar, resolver problemas". "Há uma chance real de resolver um problema global", disse ele.

Trump mencionou "cinco lugares" possíveis para esta cúpula, que terá lugar no início de junho "se tudo correr bem".

Panmunjom, vilarejo localizado na zona desmilitarizada, é uma das suposições regularmente mencionadas, assim como a Coreia do Sul, Coreia do Norte e China.

Pequim é o principal aliado de Pyongyang, mas suas relações sofreram com os testes de mísseis balísticos e nucleares pelo Norte, e com o apoio de Pequim às sanções da ONU.

Questionada sobre a visita a Pyongyang de Mike Pompeo, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, "elogiou os contatos diretos e o diálogo" entre o Norte e os Estados Unidos.


Fonte:Yahoo.com



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